série
(in)s(piration) is (trans) (forma)(cio)nal
2022
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A inspiração é a existência; e a abjeção é o mal. Impulsionado por trazer elementos biológicos "concretos": tabus que falam de uma suposta identidade de gênero biológica, mas que não ditam certezas, porém subsidiam, por meio de uma inspiração caótica e dadaísta, o "encaixe" de diversas partes. O interno "pira", e a transformação forma um cio nacional. Para materializar esse líquido, eu recorro ao texto de Sigmund Freud de 1913: Totem e Tabu, munido de diversos questionamentos. Se o totem é formado de fragmentos, blocos arquitetônicos, de construção, de discursos, que símbolos e questionamentos ele traz? Isso é de homem ou de mulher? Ou de quem?
Inspiration is existence; and abjection is evil. Driven by bringing "concrete" biological elements: taboos that speak of a supposed biological gender identity, but that do not dictate certainties, but subsidize, through a chaotic and dadaist inspiration, the "fitting" of various parts. The internal "goes crazy", and the transformation creates a national rut. To materialize this liquid, I resort to Sigmund Freud's 1913 text: Totem and Taboo, equipped with several questions. If the totem is formed of fragments, architectural blocks, construction blocks, discourses, what symbols and questions does it bring? Is this of a man or a woman? Or of whom?


















